Calvin e seus Amigos

Calvin e seus Amigos
O assunto merece uma atenção especial

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Funções da Língua Escrita

A língua escrita é utilizada com algumas funções básicas. A descrição mais conhecida é a de Roman Jakobson, publicada em português, no livro Línguística e Comunicação, pela Editora Cultrix, de São Paulo. Porém neste, texto, vamos fazer um resumo do que Lucília Garcez apresenta em seu livro publicado em 2002.
Funções da Língua Escrita:
1. Expressiva - é utilizada para a expressão individual, centrada no eu. Como é o caso em diários, depoimentos, cartas, bilhetes, artigos, poemas.

2. Apelativa - é centrada no leitor e tem por objetivo influenciar o comportamento de quem lê.

3. Metaliinguísitca - quando a linguagem se refere a si mesma, se constituindo objeto de descrição e explicação.

4. Poética - ao focar no texto as suas possibilidades expressivas, o autor visa elaborar no leitor uma experiê3ncia estética.

5. Referencial - utilizada para descrever, conceituar, informar.

FONTE: TP 6 p.81/ Programa Gestar 2


quarta-feira, 4 de novembro de 2009


Resumo do TP 6


Unidade 21
Seção 01: A construção da argumentação
Seção 02: A tese e seus argumentos
Seção 03: Qualidade da argumentação
Os estudos sobre língua e linguagem sugeridos no TP6 consideram que ao utilizarmos a linguagem, consequentemente conduzimos uma alteração na concepção dos interlocutores, com uma proposta direcionada ao convencimento de nossas ideias.
O texto é considerado argumentativo quando concebe a conciência de produzir ou transformar a concepção do ouvinte e/ou leitor. Vale considerar que as formas de organizar a tese e os argumentos, necessariamente não são as mesmas, podendo sofrer variações diversas, dependendo, incluisive da situação e da finalidade comunicativas.
Uma tese, para ser fortemente defendida, necessário se faz que seja bem argumentada. Os argumentos assumem o papel de comprovação da tese.
Os argumentos de que um autor se vale para comprovar sua tese, são construídos de várias maneiras: argumentos baseados no senso comum, em provas concretas, argumentação por ilustração, por exemplo, argumento de autoridade e por raciocínio lógico.
Para caracterizar a qualidade da argumentação, é indispensável levar em conta a clareza do objeto, ou seja, daquilo que é comprovado pela tese e também a solidariedade entre os argumentos.
Partindo do pressuposto que argumentar é firmar uma posição diante de um problema, um compromisso com a informação e o conhecimento, não é possível construir uma boa argumentação com frágeis, incoerentes e falsos argumentos.
Caracterizar uma argumentação como boa ou com defeito não é uma tarefa fácil, uma vez que essa característica tem sempre uma relação inadequada quando não estabelece condições para que os objetivos sejam alcançados.
Unidade 22
Seção 01: O planejamento
Seção 02: O planejamento: estratégias
Seção 03: A escrita
Para integrar a multiplicidade das propostas de leitura e escrita e dar conta da evolução dessa prática, o melhor caminho é organizar as aulas de maneira que a produção textual ou a prática de leitura se aproximem da realidade do aluno e da função sócio-comunicativa da língua e da linguagem.
Não é de grande valia para o professor que não possui boa prática leitora e escritora planejar uma aula de escrita e leitura baseada na prática e no diálogo reflexivo, considerando que a reflexão sobre o processo de planejamento está relacionado com o comportamento escritor e leitor do sujeito mediador do processo.
O planejamento de um texto depende da situação sócio comunicativa na qual ele está ou será inserido.
O professor, promotor de situações e atividades que trabalham a técnica de análise de uma produção textual, tende a gastar, devido as suas experiências, muito tempo em tarefas de planejamento: uns rabiscam, fazem listas, planejam mentalmente, lendo, revendo e anotando, porém, não há regras, há desenvolvimento de alternativas que podem contribuir com a criação, planejamento, escrita e revisão dos textos.
O planejamento das estratégias tem uma relação relevante com o objetivo da atividade e com o gênero da produção, razão pela qual as estratégias devem ser diversificadas de forma que os alunos sejam motivados a descobrirem seu próprio estilo de planejamento de acordo com a finalidade da produção.
O processo de escrita requer do autor uma produção reflexiva. É responsabilidade da escola ensinar o aluno a escrever um texto construindo um diálogo com ele, elaborando questionamentos norteadores para a qualidade do texto. São questionamentos que servem como guia para o aluno durante a produção tesxtual de maneira que ele tenha autonomia para continuar desenvolvendo sua ideia, bem como de mudá-la, se preciso for.
Unidade 23
Seção 01: O processo de produção textual: revisão e edição
Seção 02: A revisão e a edição
Seção 03: Estratégias de revisão e edição
Produzir textos é um processo que envolve diferentes etapas: planejar, escrever, revisar e re-escrever. A revisão vai além da ortografia e foca os propósitos do texto; não consistesimplesmente em corrigir erros orto´gráficos, mas se preocupa em cuidar para que o texto cumpra sua finalidade comunicativa.
As situações de revisão desenvolvem a reflexão sobre o que foi produzido por meio da troca de opiniões e críticas, principalmente se o autor se distanciar do texto como produtor e revisa-o se colocando na condição de leitor fazendo interrogações do tipo: que sentido tem isso? O que significa essa ou aquela ideia? Assim é possível enxergar as fragilidades do texto.
A edição, que podemos considerar a última etapa do processo de produção, exerce uma função importante no que se diz respeito a reajustes finais do texto. É na edição o momento de polir o texto, de melhorar o seu desenvolvimento, enriquecer suas ideias e marcar a sua essência, mais que isso, polir considerando também a coesão, a coerência, a pontuação e ortografia, elementos indispensáveis para um boa interpretação textual.
Unidade 24
Seção 01: Adolescentes, leitura e professores
Seção 02: A qualidade literária é primordial no livro para adolescentes
Seção o03: Existem boas formas de explorar a literatura na escola?
Essa unidade do Tp 6 começa abordando uma das questões mais discutidas nas salas dos professores no que diz respeito ao assunto das práticas cotidianas de leitura dos nossos alunos. É tão comum ouvirmos as lamúrias dos professores de que os adolescentes não gostam de ler, de que são preguiçosos, desinteressados ou atraídos por outros meios: "é mais fácil ver ao filme do que ler o livro". Não vamos desconsiderar que na fase explosiva de hormônios, diante do embalo ansioso e apressado das descobertas, o livro se torna menos atrativo ao adolescente. Eu disse, se torna, porque aqui é o espaço onde começa o show do professor leitor, apaixonado,, que anseia em despertar no aluno o prazer em ler, o professor tão envolvido com a literatura, que mesmo diante de tantas complexidades e novidades que tem a adolescência, ele consegue tornar o livro atrativo e prazeroso nas mãos explosivas de alunos adolescentes.
Daí outra cena se forma no show. Pesquisas revelam que os brasileiros leem pouco quando comparados, por exemplo, aos chinesesm franceses e cubanos, infelismente, entre os brasileiros dessas pesquisas, é considerável o número de professores. Daí surgem as inquietações: Como despertar o gosto pela leitura se o professor não é um bom modelo? Como indicar uma literatura adequada a idade se não há conhecimento suficiente da variedade existente na biblioteca?
A escola, e direcionando mais precisamente ao professor, precisa tomar posso do saber literário e dirigir aos seus alunos uma leitura apropriada e proveitosa. Isso requer formação leitora e bom modelo de professor pesquisador e leitor.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O que é letramento?

Letramento não é um gancho
Em que se pendura cada som enunciado,
Não é treinamento repetitivo
De uma habilidade,
Nem um martelo
Quebrando blocos de gramática.
Letramento é diversão
É leitura à luz de vela
Ou lá fora, à luz do sol.
São notícias sobre o presidente,
O tempo, os artístas da TV
E mesmo Mônica e Cebolinha
Nos jornais de domingo.
É uma receita de biscoito,
Uma lista de compras, recados colados na geladeira,
Um bilhete de amor,
Telegramas de parabéns e cartas
De velhos amigos.
É viajar para países desconhecidos,
Sem deixar sua cama,
É rir e chorar
Com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo,
Sinais de trânsito, caças ao tesouro,
manuais, instruções, guias,
E orientações em bulas de remédios ,
Para que você não fique perdido.
Letramento é, sobretudo,
Um mapa do coração do homem,
Um mapa de quem você é,
E de tudo que você pode ser.

Kate M. Chong - estudante norte-americana [Soares M. p.41]

Leitura para Deleite


Ai Se Sêsse - Cordel do fogo Encantado
Composição: Zé da Luz


Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse
De São Pedro não abrisse
A porta do céu e fosse
Te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse
Pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nois dois ficasse
Tarvês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse
E as virgi toda fugisse.

Amigolate

Neyla Querida...
Eu não perderia a oportunidade de dizer
que sou super fâ do seu


Um abraço gigante no coração
Amigolate
Gestar 2
Piritiba, Outubro de 2009

17ª Formação


Pauta - 23/10/2009
1. Acolhida: Mensagem do Vento - Mário Quitana
2. Texto Complementar: Aos Educadores
3. Informativos:
Socializar resultados da prova diagnóstica - ENTRADA
Data de apresentação do livro do semestre pelos cursistas [04.12]
Culminância ao Projeto de Leitura [30/11] - dois turnos
Atualizar portfólio: Memorial de leitura, resumo de TP´s, avançando na prática
4. Indicação Literária
5. Socialização dos Estudos do TP2 - Unidades 5 e 6/Seções 1,2,3
Ampliando nossa referências - p.p. 36 e 37
6. Texto para Deleite: Ai se sêsse - Zé da Luz
7. Discussão de questões do TP2
8.Dinâmica: Constuindo frases
9. Lanche - Amigolate
10. Sugestões de Atividades AAA2
Aula 02 - A pontuação e o sentidopa frase -38
Aula 03 - A entonação e o sentido da frase - 41
Aula 04 - A organização da frase - 42
Aula 08 - reescrevendo a frase - 52
11. Textos complementares:
O que é letramento?
Sugestão de código de revisão de texto
12. Texto final: Atritos
13. Avaliação
14. Frequência